
O primeiro semestre de 2026 chegou ao fim, e as marcas estão pegando a virada de chave do ano: para capturar a atenção do público, não basta apenas ‘gritar mais alto’.
O mercado publicitário tem entendido que, para o momento atual, é necessário gerar conexão.
Porém, antes de criar essa tal ‘conexão’, é preciso que as marcas tenham sua própria bússola estratégica.

“Vamos tentar uma nova maneira. Juntos”. Reprodução: Imagem/Giphy.
Afinal, não basta ter seu público determinado e investimentos de mídias definidos, sem localizar onde e como os seus consumidores estão situados.
E para o próximo semestre, algumas rotas serão renovadas!

Mapear onde e como o consumidor se desloca é essencial para direcionar os investimentos em mídia de forma estratégica. Reprodução: Imagem/Giphy.
Em um mercado marcado pela diversificação de plataformas e pela evolução dos hábitos de consumo, o público vem alternando suas preferências de ano para a ano.
De acordo com os painéis do Cenp-Meios, até setembro do ano passado, os investimentos no meio digital estavam liderando o cenário.
Mas os primeiros meses do ano já marcam uma transição com a liderança do canal digital sendo ultrapassada, e o protagonista retomou o seu posto: a TV está de volta no topo.
Essa mudança reforça a capacidade do meio de gerar alcance, impacto e resultados para as marcas, além de promover estratégias cada vez mais integradas e orientadas pela conexão com o público.

Dados do Cenp-Meios (Jan-Mar/2026): Televisão lidera a divisão dos investimentos publicitários com 42% do share do mercado.
Enquanto a Internet concentrou 38,3% de share, o meio de Televisão (aberta e por assinatura) retomou a sua ascendência, acumulando 42% de share.
É claro que há um detalhe técnico importante aqui: o Cenp compila dados extraídos direto das agências; o resultado sinaliza o crescimento da TV, mas também reflete que o digital, muitas vezes, pode rodar por fora.
Em um ano atípico, com Copa do Mundo e eleições, as marcas que escolhem investir no canais televisivos, se deparam com um novo ‘porto seguro’.
Além de ser identificado como o maior receptor de investimentos, o meio reafirmou sua força através da TV Aberta, a qual pontuou 74,5% de verbas do setor.
De volta ao seu ápice, o meio televisivo proporciona uma conversão rápida, construção em nível nacional, além de garantir relevância durante a disputa pela atenção (que não vai ser moleza esse ano).

“Eu quero isso”. Reprodução: Imagem/Giphy.
E não é apenas no espaço de conforto do consumidor que as marcas precisam gerar conexão, mas fora de casa também.
Para o primeiro trimestre do ano, os investimentos em Out of Home (OOH) chegaram em 14,8%, consolidando o canal como o terceiro maior em share.
Enquanto o meio televisivo atua no alcance em massa e o digital age na precisão, o OOH é integrado à jornada urbana do consumidor.
Com o propósito de garantir presença física e construir uma lembrança viva no cotidiano das pessoas, a mídia externa se consolida como uma estratégia versátil.
As marcas que investem em OOH, garantem que a mensagem que está sendo passada não será apenas ouvida, mas vivenciada onde o público circula.

Presente no cotidiano urbano, a mídia OOH capta 14,8% dos investimentos e se consolida como o terceiro maior canal em share. Reprodução: Imagem/Giphy.
Diante de algumas rotas novas e outras já conhecidas, a bússola estratégica para os próximos meses não está apontada para um único caminho, mas para destinos que se convergem.
Para hoje, a ideia de substituir um canal ou escolher entre estar no ambiente online ou no offline, não funciona mais.
Para garantir alcance e sucesso, a estratégia é incorporar cada vez mais os meios de comunicação à rotina do consumidor.
Afinal, em um mercado que movimentou R$ 5,58 bilhões em um trimestre, o diferencial está em ser uma presença orgânica e relevante em cada etapa da jornada do público.

Em um mercado de R$ 5,58 bilhões, integrar diferentes canais maximiza o retorno dos investimentos em mídia. Reprodução: Imagem/Giphy.